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Umas das principais consequências que estamos testemunhando com os impactos que o Covid-19 está impondo é a propagação do Colaboravírus-2020. Sabe-se que este tipo de vírus pode ficar incubado durante anos até o momento em que começa a se manifestar. Sua propagação tem sido mais rápida do que todas as expectativas até o momento.
 
A perspectiva de que estamos todos do mesmo lado, procurando resolver problemas semelhantes, é o ambiente propício para o Colaboravírus-2020 se propagar. Vizinhos, membros da mesma família, sócios, parceiros comerciais, partidos políticos, empregadores e empregados e tantos outros grupos, ao interagirem para ajudarem uns aos outros acabam se contagiando rapidamente. Já passam de milhões os casos registrados de solidariedade, companheirismo, compaixão e parceria, dentro e fora das instituições públicas e privadas e, sobretudo, nos condomínios.
 
O Colaboravírus age diretamente no sistema relacional das pessoas, provocando a necessidade de encontrar formas de resolver suas diferenças saudavelmente para manterem vivos seus laços pessoais, profissionais, sociais e comerciais. Ao agir dessa forma, as pessoas sentem que conseguem respirar melhor e que são capazes de seguirem suas vidas com menos estresse. Outro sintoma muito comum é a baixa temperatura ao lidar com situações de divergência. Esse vírus permite, curiosamente, que mantenhamos nossa calma, deixando os ânimos arrefecerem para termos uma consciência mais clara das nossas emoções, aumentando as chances de agir racionalmente para resolver um problema. Também a cabeça é afetada. A pessoa tem cada vez menos dores de cabeça quando precisa resolver algo importante com alguém.
 
O chamado “vírus da colaboração” ataca fortemente nossa capacidade de percepção do outro. Segundo os estudiosos, isso parece acontecer em função de um mecanismo de sobrevivência inato em nós, seres humanos. Ao percebermos o perigo real de isolarmos nossos interesses, competindo pelos recursos disponíveis, passamos a considerar também as necessidades e preocupações daqueles com quem interagimos continuamente. Essa reação parece ter efeitos diretos no comportamento do indivíduo, aumentando sua propensão a conversar para obter resultados de ganhos mútuos. Esse movimento simples pode gerar um efeito “bola-de-neve” e as pessoas se sentem mais seguras tomando decisões inteligentes em conjunto, minimizando os efeitos da polarização.
São inúmeros os relatos de empregadores e empregados sentando lado a lado para resolverem como vão lidar com a crise imposta pela necessidade do isolamento. Notícias de que vizinhos que mal se falavam agora oferecem ajuda um ao outro e, em muitos casos se reúnem para ajudar outras vizinhanças em outros bairros e comunidades. Especialistas dizem que é bem provável que o Colaboravírus se propague muito mais rápido do que se pensa, gerando enormes oportunidades de crescimento para toda a sociedade.
 
O tratamento para esse tipo epidemia é paradoxal. Quanto maior a presença do “vírus da colaboração” na mente e no corpo das pessoas, mais fortes elas se tornam gerando uma quantidade progressiva de anticorpos que impedem que comportamentos competitivos e irracionais se instalem.
 
No entanto, a Organização Mundial da Saúde dos Relacionamentos – OMSR, recomenda fortemente que as pessoas que não estão conseguindo se beneficiar dos efeitos da colaboração, procurem imediatamente um mediador. A Mediação tem se mostrado, nos últimos trinta anos, pelo menos, um dos tratamentos mais eficientes para pessoas, físicas ou jurídicas, que sentem uma forte necessidade de resolver seus conflitos de forma inteligente e preservando a saúde dos seus relacionamentos. A velha máxima, nesse caso, nunca foi tão útil: ao persistirem os sintomas da colaboração, procure um mediador! Ajude a propagar esse “vírus” você também!


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